O massacre que dizimou 50 pessoas na Nova Zelândia, na última semana foi transmitido ao vivo pelo Facebook. E mesmo após os eventos, ainda existe cópias do vídeo sendo compartilhada pela rede, mesmo que não apenas no Facebook, mas a culpa é da rede social que foi incapaz de identificar a transmissão e retirar do ar.
Guy Rosen, vice-presidente de equipe de produto do Facebook, o sistema de inteligência artificial não está preparado para um acontecimento como este. Rosen ainda alegou que a tecnologia “é uma parte extremamente importante da nossa luta contra o conteúdo terrorista em nossas plataformas” e que o sistema “nunca será perfeita” apesar de que “sua eficácia continua a melhorar”.
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No entanto, a rede social, hoje e antes do antentado consegue retirar do ar, antes mesmo de chegar a ser divulgado vídeos de direitos autorais de terceiros, como filmes, músicas e programas de televisão.
O sistema também foi capaz por diversas vezes derrubar transmissões ao vivo que não continuam nada, segundo Guy Rosen isso se deve porque a rede prioriza retirar do ar conteúdos que recebem denúncias. Recentemente o Facebook derrubou publicação de candidata a presidência dos EUA que criticou o poder da empresa.


